3.6.11

Monge tibetano

O interessante de Universidade Federal são os eventos curiosos tipo o concurso de cartazes contra homofobia. E mais estranho do que realizarem uma semana de cultura tibetana aqui em Floripa é a II Semana de Cultura e Arte Tibetana. Tirando as palestras, jantares temáticos, exposições, tem um monge no meio da reitoria da UFSC construindo uma mandala de areia desde sábado passado. Ele vai montando a mandala praticamente de grão em grão das 9h às 18h. Eu que estou fazendo a disciplina Telejornalismo II para aprender alguma coisa de tele nessa vida resolvi cobrir isso. Beleza.

Ontem fui no meu horário de almoço fazer as primeiras imagens. Sozinha, porque minha dupla resolveu viajar pro interior do Rio Grande do Sul para um evento de modelos. Só espero que ela não vá direto de lá para a Europa, vai que. Os equipamentos daqui são OK, mas cada tripé, por exemplo, está quebrado de uma maneira diferente e você tem que aprender a lidar com esse tipo de defeito. O de ontem de vez em quando escorregava e a câmera que custou 20 mil reais (em 2000, hehe) poderia cair no chão a qualquer momento. Lembrando que eu estava sozinha. Desisti desse tripé problemático e fui fazer câmeras nervosas tentar fazer imagens estáveis mesmo sem apoio. Fui deitar o tal tripé no chão e, tcharã, meu sutiã rompeu, quebrou, ali no meio da reitoria. Continuei as imagens e só depois fui dar um jeito no probleminha.

Hoje era a aula de Tele2, o professor deu uma olhada no que eu tinha gravado e acabei saindo para gravar, de novo sozinha oh vida, imagens que faltaram. O tripé de hoje era infinitamente melhor, tudo estava dando certo. Daí o monge fez uma pausa e lá fui eu metida com minha câmera entrevistá-lo. EM INGLÊS. Ele estava sentado, então fui sem tripé e deixei o tal encostado num canto. Entrevistei um monge budista. Que falava inglês. E consegui fazer um enquadramento com o tripé no fundo. Parabéns, Luisa!

Não achei foto decente da mandala, então aí vai o boletim da TV UFSC enquanto o meu não fica pronto.

5 comentários:

Ana Lu disse...

Ei Lu! Nossa, dá uma super aflição manejar esses tripés, sabendo do valor da câmera que está em cima. Mas eu fazendo imagens SEM um tripé estaria completamente fora de cogitação, a menos que eu quisesse que as pessoas pensassem que estava havendo um terremoto, hahaha.
Quero ver sua reportagem! Vou fazer uma de TV amanhã, sobre jovens e literatura.. e vou falar sobre nossa corrente de vídeos! A professora achou esse meme uma ideia super criativa! hahaha
Pena que não tem nenhuma de vocês que mora aqui para servir de fonte. =(

Gabriela Petrucci disse...

Luh! VOCÊS TEM TRIPÉS!! Qual o problema de ter um pezinho quebrado, ou de estar meio manco? VOCÊS TEM TRIPÉS! E no plural!

Tudo que a UEM tem de equipamento é um tripé, de tudo que precisaremos pro próximo ano, um mísero tripé!

Quero ver a repotagem! :D

Beijo

Luís disse...

Detesto ter que manusear as câmeras da faculdade. Semestre passado, por exemplo, tive que gravar imagens no centro da cidade. E o medo de ser roubado? O pior é que nessas horas eu suo frio, acho que elas vão escorregar das minhas mãos e parar sabe-se lá onde.

Beijo.

carlos massari disse...

"cada tripé, por exemplo, está quebrado de uma maneira diferente e você tem que aprender a lidar com esse tipo de defeito. O de ontem de vez em quando escorregava e a câmera que custou 20 mil reais (em 2000, hehe) poderia cair no chão a qualquer momento."

caralho, me identifiquei demais, hahaha. univerisdade pública sempre é univerisade pública.

Mel disse...

Congrats, Guria!!!!! Deve ter sido mega divertido!
beijo