9.1.10

Wild wild wild

Ontem eu finalmente assisti ao filme Na Natureza Selvagem e nem tinha como não gostar. A história é real, é comovente, me envolveu. Os personagens são maravilhosos, adorei as atuações. A fotografia é perfeita e eu adorei cada enquadramento, cada movimento de câmera, cada efeito pós-edição. Claro que a trilha sonora também me conquistou e devo procurar fazer esse download mais tarde.

É claro que o filme me marcou muito e já entrou pra lista dos favoritos de 2010, mas não quero falar sobre como a história é linda e fazer uma daquelas resenhas. Sei lá, depois que o filme acabou eu fiquei feliz porque o Chris conseguiu viver as experiências que ele queria, conseguiu viver a liberdade dele... E quando eu pensei que as músicas que tocaram eram todas de vocalistas homens, cheguei à conclusão que uma mulher cantando ali não faria o menor sentido (tirando a hora que a Kristen Bella Swan canta com seu violão no estacionamento de trailers). E daí veio o estalo... Peraí, se o Chris fosse uma mulher, será que tudo aquilo teria acontecido?


E se Carine, a irmã dele, fosse a filha mais velha e ela tivesse ficado tão perturbada com a família que tinha? Impossível viver todas aquelas aventuras tendo data certa para menstruar todo mês. Como abrir mão do dinheiro e ficar sem absorventes? Como se isolar do mundo e perder a oferta dos absorventes em cada farmácia? Só de pensar naqueles em ficar aqueles cem dias no Alaska, passando por todos aqueles problemas do dia-a-dia, tendo que caçar, dar um jeito de sobreviver e ainda sentindo cólica... Não que eu vá começar a falar sobre feminismo e na igualdade dos sexos. Mas é impossível não se sentir menos livre como mulher.

8 comentários:

Bárbara disse...

Ih, você meio que falou sobre o tema da redação da UFRJ hoje hahaha

E Zooey! Own! I was made for you, né? Até fui escutar agora hahaha

Anna disse...

Eu sou muito fã desse filme. Mesmo. É lindo e inspirador em todos os sentidos, e Deus do céu, a cena final me quebra totalmente, lembro que eu fiquei atordoada por muito tempo.
E HAHAHAHA nunca tinha pensado por esse ângulo, que se ele fosse mulher a coisa não rolaria. Imagina que caos seria uma tpm das brabas no meio do Alaska?
beijos

Ana disse...

Não vi o filme, ainda. Mas, boa ideia pensar neste ângulo, às vezes também me pego vendo: E se fossem mulheres? Como seria?
Nada feminista. haha
Beijos Luh.

Anna disse...

Oh céus! esse filme é MUITO comovente.
chorei rios depois que vi,acho que no fim ele conseguiu saber o que realmente queria. Entender a felicidade x)
acho que era só empacotar uns 100 absorventes ou 100 cartelinhas de anticoncepcional que para a mestruação +D

Lu disse...

Fiquei um pouco perdida no post porque ainda não vi este filme... vou procurar me manter mais informada! Ando por fora... hahaha
Ah, sabe um tópico que você fez falando sobre um show que você queria ir? Comentei dizendo que não conhecia a banda, mas conhecia sim hahaha... ouço direto quando saio com meu irmão mas não sabia o nome! Valeu a dica...
Beijos

.justlow disse...

Oi ti achei no blog de uma amiga minha, enfim vou começar a te segui-la pois curti mto o blog , venha conhecer meu cantinho e espero que me siga tbem ok
bjs da lowkita ;*

Anônimo disse...

Fora as outras coisas...
E a depilação? E a TPM?
Pois é. Ser homem é ter um tantinho mais de liberdade e tanto menos incômodos. Mas nós somos bem mais maravilhosas. (hahahaha)
beijos
Mel do Sol

Lorenna disse...

Isso é faCto, e triste.
Chorei as pitangas no final desse filme